segunda-feira, 15 de abril de 2013

Conteúdo Grátis

No último post, comentei como a troca de conhecimento pode ser rica para a nossa inspiração e para o nosso desenvolvimento.

Então, gostaria de compartilhar alguns sites bem bacanas que oferecem conteúdo de graça.

www.veduca.com.br

www5.fgv.br/fgvonline/cursos/gratuitos

www.endeavor.com.br

www.ted.com

ww.hsm.com.br

www.livemocha.com

www.johnmaxwell.com

www.ameninadovale.com

Aproveite! Desenvolva-se! Inspire-se!



Verace Desenvolvimento Humano  - transformação de pessoas e empresas
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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Team Building - colhendo conhecimento

Hoje no grupo de estudo que facilito, na Associação Brasileira de RH de São Paulo, recebemos um palestrante muito bacana, Marco Aurélio da Silva, que falou sobre Team Building, ou em português, construção de equipe.

Ele fez o grupo pensar no próprio comportamento e como as pessoas ao redor são impactadas com as condutas e as atitudes que temos. Mostrou que nem sempre é fácil tirar o foco das nossas necessidades e olhar para as necessidades do colega ao lado. Por fim, discutiu com o grupo como se torna mais produtivo trabalhar em "coopentição", do que em competição. Foi um bate-papo muito rico e provocativo.

Palestras, eventos e qualquer outra oportunidade de trocar conhecimento e ter a reflexão estimulada e desafiada, gera amadurecimento e traz novas perspectivas e energias.

Aproveitem e colham o conhecimento!


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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Reinventando a carreira

Tenho uma conhecida que seguiu uma carreira corporativa por 20 anos e, atualmente, está desempregada. Nesse momento, ela se vê muito em dúvida se deve ou não voltar a trabalhar em empresas, já que está desgastada com os percalços inerentes ao mundo corporativo.

Ela tem uma formação em Administração e se especializou na área de eventos dentro de empresas. Eu acredito que essa  sua formação é justamente a oportunidade que ela precisa para se reinventar. Ter uma formação ampla permite diversos redirecionamentos de carreira.

Ela pode começar a trabalhar em eventos de maneira autônoma, pode criar assessorias pessoais, como organização de casas, mudanças e agendas. Pode atuar dentro de eventos educacionais. E, pode ainda, direcionar sua atuação para consultoria de treinamento. As possibilidades são muitas para ela e, apesar de sua angústia, ela tem boas perspectivas.

Esse e outros exemplos que me fazem ter certeza de que se deve, em orientação profissional para adolescentes, indicar carreiras amplas e repletas de possibilidades.




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segunda-feira, 4 de março de 2013

Bullying

Na semana passada atendi um garoto que me contou que sofreu bullying a vida inteira. Do pré ao 3o ano colegial, ano em que ele está hoje.
 
Resignado, ele dizia que nem entendia a razão do bullying, que só sabia que sofria gozações sem trágua. E pra falar a verdade, eu não consegui entender como alunos de um dos colégios mais conceituados e tradicionais de São Paulo assediavam um colega de maneira tão ostensiva, sem propósito algum. 
Mas mais lamentável ainda é a omissão do colégio... nunca propôs uma intervenção para mudar a situação desse jovem.
 
Comentando o caso com outra adolescente, ela me disse que o bullying acontece diariamente e que fica passada principalmente com a frequência com que os professores fazem comentários jocosos e, por vezes, ofensivos com os alunos em sua escola. 

 Se quem é o referencial de educação trata o aluno com desvalia, não me espanta mais que colegas pratiquem o bullying.

Talvez eu comece a entender a resignação do adolescente que atendi. Ele está completamente sozinho dentro da escola.

Fica meu pesar por ainda termos que ouvir relatos como este.



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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Coaching

Hoje se fala tanto em coaching, tantas pessoas querem ser "coach" ou passar por coaching. Mas quem realmente sabe o que significa o processo de coaching?

O texto abaixo foi escrito por uma amiga que é coach, Mariana Figueiredo. Achei muito interessante e reproduzo para vocês. Nele ela explica bem o conceito de coaching e os benefícios do processo.

Já faz algum tempo que o coaching está “bombando” no mercado e, na minha opinião/observação, já se consolidou enquanto uma ferramenta altamente eficaz  para o desenvolvimento das pessoas. No entanto, existe ainda muita confusão sobre o seu significado, o que me motivou a escrever este post com algumas informações básicas. Além disso, penso em dividí-las com os clientes e reforçar aquilo que se tem chamado de “coaching education”, ou seja, a explicação clara do que o coaching significa para que a pessoa se posicione no processo mais alinhada possível.
Em poucas palavras, Coaching pode ser definido como um processo com início, meio e fim, que é capaz de conduzir o coachee (cliente) a atingir um objetivo importante para ele. Este objetivo, ou meta, pode nascer no próprio processo ou já estar definido no seu ínício.  O coach (profissional) apóia o coachee (cliente) através de uma relação de parceria e de uma metodologia repleta de ferramentas capazes de ajudar o cliente a descobrir o caminho para chegar no lugar que deseja.
Durante a caminhada, o cliente toma conhecimento de seus próprios recursos e pontos fortes e de como eles podem contribuir para o alcance do objetivo. Aprende também a identificar e desenvolver seus pontos de melhoria, perceber com maior clareza as oportunidades ao seu redor e a se posicionar perante os desafios encontrados. É, portanto, um processo que eleva significativamente o nível de autoconhecimento da pessoa contribuindo para o seu empoderamento, auto-estima e um consequente aumento na auto-confiança.
O coaching por si só desperta a motivação das pessoas e estimula a concentração de energia para focar no que precisa. Só funciona quando a pessoa entende que a responsabilidade pelo processo é dela e, assim, se posiciona enquanto protagonista de sua própria vida.
Algumas técnicas permitem ampliar o “universo” da pessoa, na mesma medida em que ela ressignifica questões de sua vida, gerencia expectativas e trabalha suas crenças limitantes. Em última instância, o coaching é um processo de melhoria contínua e, como bem disse um cliente meu, por tabela acaba “revirando o fundo do rio”!
Coaching não é psicoterapia e nem aconselhamento, apesar de ser terapêutico, claro! Geralmente tem a duração de 10 a 12 sessões. Dependendo do objetivo a ser trabalhado o coaching se configura de uma forma específica. Por exemplo o Coaching Executivo ou o Coaching de Performance, mais voltados à carreira e objetivos profissionais. O Coaching de Negócios, para quem quer montar ou fazer crescer seu negócio. Ou mesmo o Life Coaching, que atua nos mais diferentes aspectos da vida, desde um objetivo de emagrecimento, busca de emprego, relacionamentos, espiritualidade, etc.
Seja qual for a sua necessidade, desde que você esteja 100% comprometido com seu objetivo, o coaching pode te ajudar!



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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Desempregada aos 51 anos...

Recebi uma cliente com 51 anos e superdesanimada porque está desempregada e, segundo ela, sem ter uma história consistente em seu curriculo para contar.

Relendo o seu CV, descobri que ela tinha sim muita coisa pra contar. E coisas muito legais. O fato é que o desânimo dela e a desorganização de seu currículo, não permitiam que ela se desse conta de seu histórico profissional.

Reformatamos, enxugamos, lemos e relemos e, então, chegamos a uma versão bacana de seu currículo.

Assim, primeira etapa cumprida!

Segunda etapa? Achar seu objetivo profissional!

Isso mesmo, por estar tão descrente e chateada, nossa amiga não conseguia identificar qual é seu objetivo profissional. Não sabi com o que ela gostaria de trabalhar. Para ajudá-la, sugeri que respondesse às seguintes dúvidas:
- O que gosto de FAZER?
- O que sei FAZER bem?
- O que já FIZ que me FEZ sentir realizada?

Diante  das respostas dadas às perguntas acima, o que ela poderia voltar a FAZER. Determinando, assim, o seu objetivo profissional.

Rumo a terceira etapa: divulgar o CV com foco no objetivo estabelecido.

Sucesso a esta cliente tão querida e a todos que estão passando pela mesma fase!



Nosso futuro já começou! Acesse: www.fazendofuturo.com.br
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Ansiedade no trabalho

Como prometido, segue segundo texto sobre a Geração Y no trabalho. Desta vez, abordando um pouco mais sobre a Ansiedade. Vale a pena ler e pensar...


Lidar com ansiedade da Geração Y é desafio para empresas
Thiago Minami
Agência USP de Notícias

Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores. Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.
Para sua pesquisa de mestrado, o administrador André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos (RH) e gestores de 12 empresas de setores variados, entre elas multinacionais conhecidas. A conclusão foi que não basta a companhia estar alinhada com os valores da Geração Y. Para lidar bem com os jovens profissionais, o RH precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos e hierarquias.
Por exemplo, com estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências com retorno de informações. Estratégias como essas ajudam a aproveitar pontos positivos da geração, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com entregas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões. Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.
E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.
Competitividade desde o berço
“Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades”, diz Santos, que é graduado em administração de empresas e foi orientado pela professora Marisa Pereira Eboli.
Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas. Mas pode reverter-se em arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.
“A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias durante a adolescência e, em alguns casos, também na infância. É diferente das gerações anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico”, diz Santos. A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.
Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo. “Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina”, aponta um profissional de RH.
Alguns afirmaram que as outras gerações também eram ansiosas e buscavam alinhar necessidades pessoais e organizacionais. No entanto, a Geração Y é a que mais expressa suas angústias e reage para resolvê-las. Também demonstra autonomia na hora de perseguir os objetivos. Com uma ressalva: esperam que o gestor aponte aonde devem chegar e, a partir daí, preferem caminhar até lá por conta própria.

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