Achei esse artigo bastante interessante e compartilho com vocês.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Depressão e Carreira
Na semana passada a mãe de um adolescente muito querido, para qual
fiz o programa de Orientação Vocacional, me ligou triste mencionando que
o filho havia entrado em depressão.
São muitas as razões que levam a depressão, não sei ao certo qual levou nosso adolescente a este estado. E, qualquer que tenha sido a razão, o importante nesse momento é buscar tratamento.
Mas o que faz eu trazê-lo aqui não é a discussão sobre depressão e sim o seu processo de Orientação Vocacional, que foi marcante por ter sido repleto de momentos de dúvidas.
Dentre as carreiras cogitadas estava Engenharia, que foi a escolhida por ele. Menino inteligente que é, logo entrou numa das faculdades mais conceituadas de SP. O curso é implacável, o que fez com que nosso adolescente voltasse ao consultório para repensar sua escolha. Discutimos o quanto o curso demandava do aluno. E com habilidades intectuais suficientes para levar o curso adiante, decidiu que permaneceria na Engenharia.
Hoje em depressão, afastou-se do curso. E nos faz pensar o quanto apenas a habilidade intelectual é insuficiente para levar um curso árduo como o de Engenharia adiante. Devemos sempre considerar a disponibilidade emocional, a resiliência e, sem dúvida, a disposição para estudar o quanto o curso como o de Engenharia, Medicina, Direito, entre outros, exige do aluno.
Na hora de escolher a faculdade, não se pode deixar de considerar o nosso lado emocional, o nosso tempo de amadurecimento.
Ainda estou preocupada com nosso adolescente que me é tão caro, mas com o suporte adequado ele ficará bem e poderá retomar a bela carreira que tem pela frente, independenmente do curso que escolha fazer.
São muitas as razões que levam a depressão, não sei ao certo qual levou nosso adolescente a este estado. E, qualquer que tenha sido a razão, o importante nesse momento é buscar tratamento.
Mas o que faz eu trazê-lo aqui não é a discussão sobre depressão e sim o seu processo de Orientação Vocacional, que foi marcante por ter sido repleto de momentos de dúvidas.
Dentre as carreiras cogitadas estava Engenharia, que foi a escolhida por ele. Menino inteligente que é, logo entrou numa das faculdades mais conceituadas de SP. O curso é implacável, o que fez com que nosso adolescente voltasse ao consultório para repensar sua escolha. Discutimos o quanto o curso demandava do aluno. E com habilidades intectuais suficientes para levar o curso adiante, decidiu que permaneceria na Engenharia.
Hoje em depressão, afastou-se do curso. E nos faz pensar o quanto apenas a habilidade intelectual é insuficiente para levar um curso árduo como o de Engenharia adiante. Devemos sempre considerar a disponibilidade emocional, a resiliência e, sem dúvida, a disposição para estudar o quanto o curso como o de Engenharia, Medicina, Direito, entre outros, exige do aluno.
Na hora de escolher a faculdade, não se pode deixar de considerar o nosso lado emocional, o nosso tempo de amadurecimento.
Ainda estou preocupada com nosso adolescente que me é tão caro, mas com o suporte adequado ele ficará bem e poderá retomar a bela carreira que tem pela frente, independenmente do curso que escolha fazer.
www.fazendofuturo.com.br / www.verace.com.br
domingo, 16 de junho de 2013
Recolocação profissional bem sucedida
Um amigo querido pediu ajuda para formatar seu currículo, já que quer muito mudar de emprego. Conseguimos deixar seu currículo atraente e apresentando toda a força de sua atuação.
Mas ter um CV forte não é suficiente para se recolocar, é importante divulgá-lo.
Ferramentas como LinkedIn e Vagas são interessantes já que são usadas por grandes empresas, mas será que são mesmo eficientes? Certa vez uma amiga, gerente de marketing, anunciou uma posição de coordenador no Vagas. Ela recebeu no primeiro dia 300 currículos, no segundo dia mais 300, e por aí foi... Critério para olhar os CVs recebidos? Segundo ela, apenas os 30 primeiros que chegaram.
Moral da história? Tem que ser rápido no envio? Não! O contato direto com a pessoa que está contratando é muito mais eficiente do que disparar currículos no escuro, torcendo para estar entre os 30 primeiros.
Use o próprio LinkedIn para descobrir quem é o responsável por seleção no RH, quem é o gestor da área que está contratando. Faça um contato com a pessoa por telefone e só então mande seu currículo diretamente para o e-mail dela. Dá mais trabalho, é certo que sim, mas também dá muito mais resultado!
Mas ter um CV forte não é suficiente para se recolocar, é importante divulgá-lo.
Ferramentas como LinkedIn e Vagas são interessantes já que são usadas por grandes empresas, mas será que são mesmo eficientes? Certa vez uma amiga, gerente de marketing, anunciou uma posição de coordenador no Vagas. Ela recebeu no primeiro dia 300 currículos, no segundo dia mais 300, e por aí foi... Critério para olhar os CVs recebidos? Segundo ela, apenas os 30 primeiros que chegaram.
Moral da história? Tem que ser rápido no envio? Não! O contato direto com a pessoa que está contratando é muito mais eficiente do que disparar currículos no escuro, torcendo para estar entre os 30 primeiros.
Use o próprio LinkedIn para descobrir quem é o responsável por seleção no RH, quem é o gestor da área que está contratando. Faça um contato com a pessoa por telefone e só então mande seu currículo diretamente para o e-mail dela. Dá mais trabalho, é certo que sim, mas também dá muito mais resultado!
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no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=3VlvZ3jtaRE
quarta-feira, 5 de junho de 2013
ASTD 2013
Aconteceu de 18 a 22 de maio deste ano a Conferência Internacional de Treinamento e Desenvolvimento promovida pela ASTD. A frequência é anual mas esta foi a primeira vez que participei e fiquei realmente impressionada com a grandiosidade e organização do evento. Em media há 15 sessões acontecendo ao mesmo tempo, o que dificulta escolher qual delas assistir mas, ao mesmo tempo, ter tantas sessões simultaneamente garante espaço para todo mundo. Não falta lugar nas salas, porém não há sessões vazias.
Os temas centrais esse ano foram, sem dúvida, liderança, mentoring, gestão de jovens talentos e gamification. Com destaque para a sessão da Beverly Kaye “Let them grow or see them go” e a sessão do Chip Bell “Mentoring for Leadership”. Ambos prestigiados consultores Americanos que fariam valer o congresso, caso já não estivesse valendo.
Seguem links de suas homepage:
Beverly Kaye www.careersystemsintl.com
Chip Bell www.chipbell.com
As sessões não tem tradução simultânea para o espanhol, muito menos para o português. As traduções são somente para o japonês, chinês e coreano. Assim, dominar o inglês é fundamental para o bom aproveitamento das sessões.
Além do conteúdo de Power Point, os palestrantes muitas vezes compartilham material de apoio e distribuem livros aos participantes. São receptivos aos contatos e troca de experiência, assim, usar os 15 minutos entre uma sessão e outra para conversar com o palestrante é sempre bem proveitoso.
Mas o evento não foi só intenso em conteúdo, o networking é muito mais intenso do que poderia imaginar. Muitas sessões são interativas, favorecendo o contato com a pessoa ao seu lado. Há, inclusive, momentos exclusivos para troca de experiências e contatos. Levar muitos cartões de visitas é mandatório!
Mas o mais interessante é que até mesmo a fila para pegar um café ou um passeio pela livraria do evento já são suficientes para você conhecer alguém interessante, com cultura e experiências diferentes da sua. Foi incrível ver como o mundo se fez presente, conheci não só americanos e brasileiros (muitos), como ingleses, árabes, egípcios, dinamarqueses, colombianos, japoneses, chineses, russos... Sem dúvida, foi uma vivência marcante.
Recomendo a todos que trabalham com desenvolvimento busquem ter essa experiência, um bom começo já é acessar o site da ASTD: www.astd.org e se preparar para Washington em 2014!
Acesse: www.verace.com.br / www.fazendofuturo.com.br
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Conteúdo Grátis
No último post, comentei como a troca de conhecimento pode ser rica para a nossa inspiração e para o nosso desenvolvimento.
Então, gostaria de compartilhar alguns sites bem bacanas que oferecem conteúdo de graça.
www.veduca.com.br
www5.fgv.br/fgvonline/cursos/gratuitos
www.endeavor.com.br
www.ted.com
ww.hsm.com.br
www.livemocha.com
www.johnmaxwell.com
www.ameninadovale.com
Aproveite! Desenvolva-se! Inspire-se!
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Verace Desenvolvimento Humano - transformação de pessoas e empresas
www.verace.com.br - verace@verace.com.br
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Team Building - colhendo conhecimento
Hoje no grupo de estudo que facilito, na Associação Brasileira de RH de São Paulo, recebemos um palestrante muito bacana, Marco Aurélio da Silva, que falou sobre Team Building, ou em português, construção de equipe.
Ele fez o grupo pensar no próprio comportamento e como as pessoas ao redor são impactadas com as condutas e as atitudes que temos. Mostrou que nem sempre é fácil tirar o foco das nossas necessidades e olhar para as necessidades do colega ao lado. Por fim, discutiu com o grupo como se torna mais produtivo trabalhar em "coopentição", do que em competição. Foi um bate-papo muito rico e provocativo.
Palestras, eventos e qualquer outra oportunidade de trocar conhecimento e ter a reflexão estimulada e desafiada, gera amadurecimento e traz novas perspectivas e energias.
Aproveitem e colham o conhecimento!
Ele fez o grupo pensar no próprio comportamento e como as pessoas ao redor são impactadas com as condutas e as atitudes que temos. Mostrou que nem sempre é fácil tirar o foco das nossas necessidades e olhar para as necessidades do colega ao lado. Por fim, discutiu com o grupo como se torna mais produtivo trabalhar em "coopentição", do que em competição. Foi um bate-papo muito rico e provocativo.
Palestras, eventos e qualquer outra oportunidade de trocar conhecimento e ter a reflexão estimulada e desafiada, gera amadurecimento e traz novas perspectivas e energias.
Aproveitem e colham o conhecimento!
Verace Desenvolvimento Humano - Transformação de Pessoas e Empresas
www.verace.com.br - verace@verace.com.br
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Reinventando a carreira
Tenho uma conhecida que seguiu uma carreira corporativa por 20 anos e, atualmente, está desempregada. Nesse momento, ela se vê muito em dúvida se deve ou não voltar a trabalhar em empresas, já que está desgastada com os percalços inerentes ao mundo corporativo.
Ela tem uma formação em Administração e se especializou na área de eventos dentro de empresas. Eu acredito que essa sua formação é justamente a oportunidade que ela precisa para se reinventar. Ter uma formação ampla permite diversos redirecionamentos de carreira.
Ela pode começar a trabalhar em eventos de maneira autônoma, pode criar assessorias pessoais, como organização de casas, mudanças e agendas. Pode atuar dentro de eventos educacionais. E, pode ainda, direcionar sua atuação para consultoria de treinamento. As possibilidades são muitas para ela e, apesar de sua angústia, ela tem boas perspectivas.
Esse e outros exemplos que me fazem ter certeza de que se deve, em orientação profissional para adolescentes, indicar carreiras amplas e repletas de possibilidades.
Ela tem uma formação em Administração e se especializou na área de eventos dentro de empresas. Eu acredito que essa sua formação é justamente a oportunidade que ela precisa para se reinventar. Ter uma formação ampla permite diversos redirecionamentos de carreira.
Ela pode começar a trabalhar em eventos de maneira autônoma, pode criar assessorias pessoais, como organização de casas, mudanças e agendas. Pode atuar dentro de eventos educacionais. E, pode ainda, direcionar sua atuação para consultoria de treinamento. As possibilidades são muitas para ela e, apesar de sua angústia, ela tem boas perspectivas.
Esse e outros exemplos que me fazem ter certeza de que se deve, em orientação profissional para adolescentes, indicar carreiras amplas e repletas de possibilidades.
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